Zona de conforto e as estruturais formais

image_pdfimage_print

organograma

O sistema educacional formal, governos e grandes empresas corporativistas, independentes de serem bons ou maus, pouco contribuirão ou quase nenhum interesse terão em certos tipos de crescimentos pessoais que são necessários serem alcançados para prosperar em uma dada área de interesse.


Por certo, o ambiente criado por todos eles, muitas vezes, é o contrário do que necessita para certos tipos de avanços em certas áreas. É um ambiente que promove a criação de zonas de conforto em detrimento a um ambiente de crescimento contínuo diário, exigência para aqueles que buscam um caminho de prosperidade.

 

E por vezes as pessoas indagam. É o ambiente da educação formal justamente promove este crescimento contínuo diário.

 

No entanto isto não é verdade. Capacidades como argumentação, senso crítico, capacidade criativa, pensamento inovador e muitos outros atributos são simplesmente anulados nas escolas atuais. A educação formal não é projetada para fazer o sujeito pensar, refletir e criticar, melhorar seu ambiente com pró-atividade e com técnicas de auto-aprendizagem contínuas, mas é um método estéril que implanta em grande parte do tempo conhecimentos inúteis para uso prático na vida. Não é um sistema expansor do potencial humano, mas simplesmente limitador. Não quer criar pessoas inteligentes demais para entender e criticar o sistema em que vivem e nem burras demais que não sejam capazes de sobreviver.

 

O ensino deveria ser baseado no estabelecimento de pontos bases para permitir as pessoas poderem crescer por si mesma, sabendo como criar ou buscar formas de continuarem evoluindo nas áreas que desejam.

 

E todo o sistema promovido pelos governos e grandes corporações é justamente o contrário. As pessoas não devem crescer ou seu crescimento deve ser fácil de ser controlado e utilizado.

 

As pessoas não devem esperar que o presidente faça algo com objetivo de ajudá-lo a prosperar. Se refletir bem e pegar o histórico centenários do sistema político em vigor atualmente, deveria justamente esperar o contrário.

 

Os políticos só estão interessados neles mesmo e nos interesses de seus amigos. Verificando dados, por sinal, eles fazem todas as suas conquistas ao custo de retirada forçada de dinheiro da população.

 

Uma métrica interessante a ser analisada é o tamanho e custo do estado, com a excessiva ampliação dos impostos que lhe são tomado versus a quantidade percentual de pessoas pobres. Só quem ganha com a atual estrutura político-econômica é a classe dominante, ou seja, políticos e as empresas amigas (corporativistas). E quem paga e sustenta tudo é somente você e os demais agentes produtores.

 

E quem pode tornar sua vida melhor? Somente você mesmo, que deve parar de confiar na classe parasita (políticos e corporativistas), sair do esquema ilusório de crescimento que criaram para as pessoas e você fazer as modificações necessárias para gerar mudanças que possibilitarão as melhorias que precisa.

 

Você pode, em primeiro passo, garantir que não gasta mais do que ganha e já com isto, não fazer parte da comum armadilha sem fim dos endividamentos.

 

Você como indivíduo pode estar certo sobre seus próprios valores e que aprendizagem não deve estar confinado aos limites das salas de aulas formais.

 

Cabe a você entender que a observação daqueles que conquistaram aquilo que deseja, assim como da mentoria daqueles que tem aquilo que você busca são capazes de acelerá-lo.

 

Escape da falsa segurança vendida pelo ensino formal, governos e empresas corporativistas. Saia da zona de conforto e busque novos caminhos e maneiras de se expor a novos ambientes e pessoas favoráveis para conseguir conquistar o crescimento e melhoria diário que precisa para alcançar o que deseja, realizar seus sonhos e prosperar como pode.

 

Seu potencial é maior do que imagina, assim como os resultados que pode ter. Mas será necessário fazer os esforços necessários, pagar o preço devido para fazer por merecer esta nova vida.

 

Se você quer uma coisa que você nunca teve, deverá estar preparado para fazer algo que jamais tenha feito.