A falácia da Reforma Tributária | Superando obstáculos

A falácia da Reforma Tributária

image_pdfimage_print
Escravos de Ganho: urbanos

Os escravos de ganho, no contexto do Brasil colonial e do Império, eram escravos obrigados pelos seus senhores a realizar algum tipo de trabalho nas ruas, levando para casa ao fim do dia uma soma de dinheiro previamente estipulada. E o que esta definição aparentemente solta tem a ver com o tema?

  • Realidade: estado gasta mais do que arrecada e não vai cortar os privilégios da nobreza que o compõe (não há vontade política e nem funcionários públicos dispostos).
  • Fato: aumentar impostos é necessário para sustentar a nobreza estatal, a estrutura gorda e parasitária estatal que aí está, ineficiente e consumidora de recursos (a realeza brasileira) dos entes produtivos
  • Tática: fingirão reduzir impostos, desde que permitam que criemos um outro tipo de imposto (Paulo Guedes: nova CPMF, imposto sobre dividendos)
  • Prática: após criar outros vetores de tributação, depois basta aumentar todos eles
  • Pânico: O gado hoje é cercado para não fugir de todas as formas: imposto sobre consumo, imposto sobre renda, imposto sobre doação, imposto sobre herança, imposto sobre movimentação financeira, imposto sobre faturamento, imposto global chamado disfarçadamente de inflação, imposto sobre patrimônio, só faltava o imposto sobre dividendo (inconstitucional, já que bitributação é ilegal e dividendo já é o resultado após tributação, senão seria ebitda)

E depois a massa se diz livre e ensinam na escolarização estatal formal que a realeza e a nobreza foram extintas na revolução francesa e que a escravidão caiu com a abolição.

Claramente a realidade não poderia mais facilmente provar que um cidadão na verdade não tem nada de contribuinte, tudo que faz é para sustentar as pessoas que comandam, controlam e executam o estado e que não passam no fim de escravos de ganho moderno.

E a justificativa para entorpercer a vítima é que todo este dinheiro tomado dela a Força é apenas para sustentar benefícios que ela recebe via serviços estatais, que não existem, não são entregues ou não funcionam, salvo raras exceções.